A crescente inserção da mulher no mercado profissional é resultado da força dos movimentos feministas ocorridos ao longo da segunda metade do século XX e tem sido um fator determinante da remodelação de seu papel social. Com a conquista da equidade sócio-econômica entre homens e mulheres, é nítida a tendência da maternidade tardia.
Há estudos recentes demonstrando expressiva multiplicação na proporção de nascimentos de filhos de mulheres com 35 ou mais anos de idade desde a década de 1970, especialmente na Europa, onde se estimou que tais eventos corresponderiam a mais de um quarto dos nascimentos no ano de 2010.
Embora seja reflexo de um processo fundamental à sociedade moderna, o adiamento da maternidade desconsidera inadvertidamente a finitude da função reprodutiva feminina e implica aumento do número de mulheres inférteis, tornando-se cada vez maior a procura por centros de assistência em reprodução humana.
É sabido que a capacidade de fertilização dos óvulos tende se reduzir à medida que avança a idade e a função dos ovários têm um prazo de duração determinado geneticamente para cada mulher. Embora não existam fórmulas matemáticas que possam calcular a perda real de função reprodutiva, nota-se que é mais intensa a partir dos 30 a 35 anos de idade.
Infelizmente ainda não se conseguiu determinar um conjunto de exames complementares suficientemente capaz de identificar com 100% de segurança a queda ou a manutenção da reserva ovariana e, mais importante, determinar as chances de gravidez num ciclo menstrual espontâneo ou induzido. Por isso, a proposta atual é de uma avaliação baseada nas características clínicas e nos potenciais fatores para a infertilidade específicos de cada casal, a partir de um histórico detalhado em uma boa avaliação clínica.
Conhecer bem o casal pode abrir a possibilidade de eleger exames e tratamentos de maneira individualizada, norteando o aconselhamento e amenizando encargos emocionais de técnicas cujos resultados, é bem verdade, ainda se encontram aquém do desejado.
Há estudos recentes demonstrando expressiva multiplicação na proporção de nascimentos de filhos de mulheres com 35 ou mais anos de idade desde a década de 1970, especialmente na Europa, onde se estimou que tais eventos corresponderiam a mais de um quarto dos nascimentos no ano de 2010.
Embora seja reflexo de um processo fundamental à sociedade moderna, o adiamento da maternidade desconsidera inadvertidamente a finitude da função reprodutiva feminina e implica aumento do número de mulheres inférteis, tornando-se cada vez maior a procura por centros de assistência em reprodução humana.
É sabido que a capacidade de fertilização dos óvulos tende se reduzir à medida que avança a idade e a função dos ovários têm um prazo de duração determinado geneticamente para cada mulher. Embora não existam fórmulas matemáticas que possam calcular a perda real de função reprodutiva, nota-se que é mais intensa a partir dos 30 a 35 anos de idade.
Infelizmente ainda não se conseguiu determinar um conjunto de exames complementares suficientemente capaz de identificar com 100% de segurança a queda ou a manutenção da reserva ovariana e, mais importante, determinar as chances de gravidez num ciclo menstrual espontâneo ou induzido. Por isso, a proposta atual é de uma avaliação baseada nas características clínicas e nos potenciais fatores para a infertilidade específicos de cada casal, a partir de um histórico detalhado em uma boa avaliação clínica.
Conhecer bem o casal pode abrir a possibilidade de eleger exames e tratamentos de maneira individualizada, norteando o aconselhamento e amenizando encargos emocionais de técnicas cujos resultados, é bem verdade, ainda se encontram aquém do desejado.
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